Doenças respiratórias agudas, como Covid-19, gripe e resfriado, têm sintomas semelhantes, como tosse, coriza e dor no corpo, o que pode dificultar a identificação precisa do agente causador. Para a maioria das pessoas saudáveis com sintomas leves, o tratamento sintomático, como repouso e o uso de medicamentos de venda livre, é geralmente recomendado. No entanto, para indivíduos com maior risco de complicações, como idosos e gestantes, é fundamental realizar testes para Covid-19 e gripe, pois o tratamento antiviral pode ser necessário para evitar complicações graves. O acompanhamento médico também é essencial caso os sintomas piorem, indicando possíveis complicações como pneumonia.
Além das doenças respiratórias, o litoral paulista tem observado um aumento nos casos de gastroenterite viral, especialmente por norovírus. Embora o tratamento específico para essa infecção não seja necessário na maioria das vezes, pessoas com sintomas persistentes como febre alta ou dor abdominal intensa devem buscar atendimento médico para descartar infecções bacterianas ou condições mais graves, como apendicite. Em casos de desidratação, principalmente em grupos vulneráveis, como crianças pequenas e idosos, a consulta médica é essencial para garantir uma recuperação adequada.
A escolha entre buscar atendimento médico primário, pronto atendimento ou emergência depende de três fatores principais: a gravidade dos sintomas, o acesso ao médico de atenção primária e a vulnerabilidade do paciente. Sintomas graves como dor no peito ou dificuldade respiratória exigem atendimento de emergência imediato. Já para casos menos urgentes, como resfriados persistentes, a orientação do médico de atenção primária pode ser suficiente, evitando o desperdício de recursos. Medidas preventivas, como a lavagem frequente das mãos e o uso de máscaras em ambientes lotados, são cruciais para reduzir o risco de infecção, especialmente entre pessoas mais vulneráveis.