Donald Trump esteve em Paris para uma reunião com o presidente francês Emmanuel Macron, em um contexto marcante devido à reabertura da Catedral de Notre Dame, que havia sido devastada por um incêndio cinco anos antes. O evento também contou com a presença do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que destacou a produtividade do encontro com Trump. Durante as discussões, líderes europeus enfatizaram a importância da continuidade do apoio dos Estados Unidos à Ucrânia, especialmente diante da invasão russa, buscando reforçar a assistência militar e financeira ao país.
Trump elogiou a relação com Macron e expressou interesse em encontrar uma solução rápida para o conflito na Ucrânia, mas suas declarações não esclareceram quais métodos adotaria para alcançar esse objetivo. Isso gerou preocupações em Kiev, já que as autoridades ucranianas temem que futuras negociações possam não atender totalmente aos seus interesses e à segurança do país.
Embora o encontro tenha sido uma oportunidade de fortalecimento dos laços entre líderes ocidentais, as incertezas sobre as propostas de Trump para a resolução do conflito na Ucrânia deixaram um sentimento de apreensão. A visita refletiu as tensões políticas que envolvem o futuro da assistência dos Estados Unidos à Ucrânia e as possíveis divergências de abordagens no cenário internacional.