A dieta low carb, que restringe a ingestão de carboidratos, é popular entre pessoas que buscam emagrecimento, controle do açúcar no sangue e melhora da saúde metabólica. Ao reduzir alimentos como pães, massas e açúcares, o objetivo é forçar o corpo a usar suas reservas de gordura como fonte de energia, resultando em perda de peso e maior controle glicêmico. Contudo, a dieta exige acompanhamento médico, pois uma drástica redução de carboidratos nem sempre é indicada para todos, e pode causar efeitos adversos como dor de cabeça e cansaço excessivo.
Existem diferentes tipos de dietas low carb, que variam na quantidade de carboidratos consumidos. A low carb moderada (30% a 40% de carboidratos) permite maior consumo de alimentos ricos em fibras e grãos integrais. A versão padrão (15% a 30%) é mais restritiva, priorizando proteínas e gorduras saudáveis. A low carb estrita (5% a 10%) reduz ainda mais os carboidratos, induzindo o corpo à cetose, um estado em que a gordura é usada como principal fonte de energia. A escolha do tipo adequado depende de fatores como objetivos pessoais, nível de atividade física e características individuais.
Apesar de ser benéfica para quem busca perder peso ou controlar condições como diabetes tipo 2, a dieta não é indicada para todos. Gestantes, lactantes, pessoas com problemas renais ou hepáticos, e atletas de alta performance, por exemplo, devem ter cautela e sempre buscar orientação profissional. Seguir a dieta sem supervisão pode levar a complicações e a efeitos colaterais negativos, tornando essencial o acompanhamento médico para ajustes personalizados e garantir a segurança na adoção dessa abordagem alimentar.