Uma operação da Polícia Federal (PF) revelou documentos que indicam um plano de desestabilização do governo eleito no Brasil, envolvendo figuras ligadas à antiga administração federal. Os documentos divulgados detalham reuniões realizadas por membros do alto escalão com o objetivo de neutralizar a chapa presidencial eleita por meio de ações extremas, incluindo supostos planos de assassinato. Segundo a investigação, as reuniões teriam ocorrido em locais estratégicos e contaram com a participação de integrantes das forças armadas e de segurança, evidenciando a gravidade do caso.
A petição divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) descreve o planejamento operacional de um esquema que visava eliminar líderes eleitos e integrantes do Judiciário. O objetivo seria impedir o cumprimento da vontade popular expressa nas urnas, ameaçando diretamente a democracia do país. O relatório também aponta para o envolvimento de estruturas logísticas, incluindo monitoramento e articulação de ações, que poderiam ter resultado em tragédias em eventos-chave como a posse presidencial e a diplomação dos eleitos.
A gravidade dos fatos gera perplexidade não apenas pelo conteúdo revelado, mas pela proximidade dos envolvidos com o núcleo de poder do governo anterior. Autoridades destacaram que os eventos descritos poderiam ter colocado o país em um cenário de instabilidade política severa. As investigações continuam, trazendo à tona o impacto das ações e a necessidade de reforçar o compromisso com a manutenção das instituições democráticas.