O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, se pronunciou sobre a prisão de um capitão da Polícia Militar, que ocorreu durante uma operação da Polícia Federal. A investigação investiga a ligação de fintechs com organizações criminosas, em especial com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Tarcísio classificou o incidente como um ato isolado e reforçou que o policial será severamente punido, destacando que, assim como em qualquer instituição, há casos de desvios de conduta. O capitão, que fez parte da equipe de segurança do Palácio dos Bandeirantes, foi desligado da Casa Militar em setembro e posteriormente transferido para outro batalhão da PM.
Em sua fala, o governador enfatizou que, caso houvesse indícios de irregularidades, o policial teria sido afastado antes de sua transferência. Tarcísio garantiu que a Polícia Militar de São Paulo é composta por profissionais comprometidos e não deve ser associada a práticas criminosas, tratando o caso como uma situação pontual. Ele também reafirmou que o incidente não reflete a realidade da corporação, que realiza um trabalho relevante para a sociedade.
Além disso, o governador foi questionado sobre supostas ligações de seu padrinho político com um possível esquema criminoso, mas preferiu não comentar o assunto, encerrando a coletiva. Tarcísio reiterou que a Polícia Militar de São Paulo é séria e profissional, e que os envolvidos em condutas ilícitas serão punidos de forma exemplar, a fim de preservar a integridade da instituição.