Neste sábado, Atlético-MG e Botafogo disputam a final da Copa Libertadores da América em Buenos Aires. O vencedor da partida será o próximo a conquistar o direito de ter seu nome e escudo gravados no troféu da competição, o qual passou por uma atualização importante. Após 64 edições, o espaço destinado aos campeões estava esgotado, o que levou a Conmebol a modificar o design do troféu para acomodar mais times. A mudança, segundo a entidade, preserva a essência histórica do símbolo, ao mesmo tempo em que o adapta para as novas gerações e os feitos conquistados ao longo dos anos.
A última vaga disponível foi ocupada em 2023, quando o Fluminense venceu o Boca Juniors e conquistou sua primeira Libertadores. Esse título marcou a última vez que a base do troféu comportava apenas 64 placas dedicadas aos vencedores. Para a edição de 2024, a Conmebol anunciou que a base foi ampliada para nove filas, permitindo a inclusão de mais oito campeões. A mudança visa dar espaço para as futuras conquistas, mantendo a relevância do troféu como um ícone do futebol sul-americano.
O Atlético-MG, campeão de 2013, já possui sua plaquinha gravada no troféu, enquanto o Botafogo busca a sua primeira marca na história da competição. A decisão entre as duas equipes, que acontece neste fim de semana, terá um impacto não apenas para o clube vencedor, mas também para a história do torneio, com a inauguração de um novo ciclo no troféu da Libertadores.